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O jogo foi muito bom, mas empate sempre é chato

Tentando por o blog em dia, mais um post sobre a rodada. Eu sei que estou atrasado, mas em breve colocarei tudo em dia.

Gostei muito do jogo entre Coritiba e Internacional no domingo, não é de hoje que o Coxa agrada a todos, mas também impressiona como falta algo mais para que os resultados sejam ainda mais expressivos.

Nesse jogo em especial o goleiro colorado pegou tudo. Muriel aproveitou a chance, fechou o gol e foi o principal responsável pelo empate. Até o pênalti ele pegou, mas sua defesa não colaborou e ele tomou o gol no rebote.

A equipe do Inter não me agrada, creio que pode render muito mais, mas sem técnico fica difícil. Falcão não demonstra firmeza, e há quem diga que o elenco não confia nele.

Já o Coxa, como disse anteriormente apresenta um futebol muito agradável de ver, bom toque de bola boa chegada a frente, se o Biu não atrapalhasse tanto…

 

Fora do Tri, dentro do Hexa

Alguns já devem ter percebido que o blog optou por escrever os posts da “quarta-feira de cinzas” em ordem crescente de imprevisibilidade. Primeiro o Grêmio que já estava claro que iria cair fora, depois o Fluminense, que mesmo com um bom placar em casa enfrentava uma equipe muito boa e em seu estádio, agora falemos do Internacional.

Para quem não é tão acostumado aos números da Libertadores, tínhamos em campo ontem nada menos que 7 títulos, sendo 5 do lado Carbonero.

O Internacional conseguiu um excelente resultado em Montevidéu, mesmo não jogando bem e ontem bastava um 0x0 para passar de fase. No início da partida Oscar fez 1×0 e parecia que estava tudo definido.

E o pior, os jogadores do Inter achavam mesmo que estava tudo definido. Foram indolentes, preguiçosos algumas vezes. Não acreditavam que o time uruguaio poderia reagir.

Li ontem no twitter uma coisa que acho bem pertinente, que falava que o abismo técnico entre Inter e Peñarol era proporcional ao abismo de história entre os dois. Existem coisas que o futebol não explica, e a chamada “camisa” é uma delas.

Não se pode achar que está ganho um jogo sobre times como este uruguaio, simplesmente não pode. Em 5′ o Penãrol virou, e o Inter não viu a cor da bola.

Depois o despreparo do treinador aliado ao emocional da equipe impediram que o time conseguisse retomar a vantagem no placar e por consequência a classificação.

Falcão escalou mal e mexeu pior ainda. Montou o time em um 4-2-3-1 e deixou Leandro Damião isolado lá na frente. Oscar não chegava e Andrezinho, bom não reclamo de Andrezinho não, errado está quem coloca ele para jogar.

Na hora de mexer, quando o time já estava sendo eliminado, Falcão colocou um volante, Tinga e um meia que era reserva do Inter B, Ricardo Goulart. Nem preciso dizer que não deu certo não é. Só no final do jogo que ele resolveu colocar Rafael Sóbis. Incompreensíveis as escolhas do treinador.

No final, o abafa não foi o suficiente, e se o Inter está fora da disputa pelo Tri, o Penãrol, mesmo com um time limitado, após essa classificação heroica com uma vitória em Porto Alegre, está cada vez mais dentro da briga pelo Hexa.

Como se pode notar, por mais que a noite tenha sido tenebrosa para todos, cada partida teve sua particularidade, não foram os astros que fizeram os brasileiros serem desclassificados, foi a bola. E como diz Muricy, “a bola pune”.

Elegância ganha campeonato?

Este blog promove certas vezes alguns trocadilhos infames, é verdade, porém desta vez não, apesar da brincadeira com o homônimo do novo técnico do Internacional, a elegância que falo no título é de Paulo Roberto Falcão, o “verdadeiro”.

Não que eu tenha algo contra elegância, com se vestir e se portar bem, mas é sintomático após a contratação sua qualidade mais exaltada, além é claro da categoria que tinha como jogador, ser sua elegância.

Sentenciarei de imediato, roubada! “É uma cilada Bino!” Ambos se colocaram em uma situação ruim. Falcão saiu da “comodidade” que a vida de comentarista lhe proporcionava para tentar uma carreira que já não deu certo; e o Inter, no meio de uma Libertadores, prestes a entregar o Gaúcho para o Grêmio, aposta todas suas fichas num ex-futuro-treinador, que fracassou, inclusive no próprio colorado.

Como jogada de marketing, como atração de novos sócios, beleza, é uma contratação espetacular, nada como trazer o ídolo maior da torcida para mais perto dela. Agora como escolhe técnica, não dá para concordarmos, não era a melhor opção.

Muitos questionam, em vista a propagada elegância de Falcão, sua autoridade sobre os jogadores, dizem que ele não saberá se impor pois não é de seu temperamento.

Quanto a isso discordo, boleiro conhece boleiro; boleiro sabe lidar com boleiro como nenhum outro. Minha dúvida, minha desconfiança paira na qualidade mesmo de Paulo Roberto como treinador de futebol.

Não me aprofundo na discussão ética, ou se ele falava mal agora será retaliado pelos atletas, não há tempo para perder nisso dentro do futebol, isso, sinceramente não me preocuparia. Novamente repito, acho que Falcão não tem capacidade de ser um treinador de ponta, e confesso que espero estar enganado.

Não vejo ninguém falar que ele quando foi técnico era bom de treino, bom de jogo, estrategista ou motivador, só ouço dizer que ele é elegante. Ok, concordo, ele é; mas elegância ganha Campeonato?


Dois Toques

Lugar que um doido por esporte, principalmente futebol criou para escrever, ler, debater sobre tudo que seja relacionado ao esporte Bretão.

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