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Momentos de Pura Magia

Sábado amanheceu frio, o sol saiu em alguns momentos, mas foi um dia frio. O vento que soprava em Londres parecia que chegava até São Paulo, alterava o clima na maior cidade da América Latina. As horas passavam e era como se todos fizessem uma grande contagem regressiva para o que estava por vir.

Fui convidado para ir almoçar fora, não fui, quem sabe passear e ver o jogo em algum bar, disse que não, que tal ver no cinema e toda essa nova experiência em 3D, balancei, mas neguei. Eu sabia o que queria, a televisão, um edredon, quem sabe um copo ou outro de Coca-Zero e o principal de tudo, silêncio.

Para muitas pessoas, jogos da seleção, Copa do Mundo, finais de Campeonato, são a senha para juntar os amigos, beber, rir e se amontoar em frente a uma TV com muito menos polegadas que pessoas a sua volta. Para mim não, esse ritual que descrevi acima é fundamental para eu desfrutar esses momentos em sua totalidade. Chato eu né? Pode ser, mas sou assim.

Como puderam ler aqui, meu palpite era que desse Manchester. Mesmo sabendo que o Barcelona era, é, o melhor time de todos os mundos, pensei que Sir Alex Ferguson saberia parar, pelo menos durante algum tempo a equipe catalã, e seu time com sua eficiência assustadora pudesse ser campeão.

Toca o hino da Champions, levanto-me sozinho no meio da sala e me emociono ao ver Abidal entre os titulares (mal eu sabia o que aconteceria dali a duas horas) e todo o momento que antecedeu ao grande espetáculo. Só se dizia que era a final da década, o jogo mais esperado de todos os tempos; não dava para prever como acabaria aquele massacre.

Apita o árbitro e o time inglês com uma volúpia avassaladora parte com tudo para cima, e tem durante 8′ mais posse de bola, mais intensidade e mais chance de gol. Mas foram nem 10 minutos.

Passado esse tempo, pudemos notar que: Giggs só corria atrás de Xavi, nem conseguia acompanhar o pequeno gênio, capitão catalão, nem tinha forças para organizar os Devils quando estes tinham a bola. Era nítida também a incapacidade de Valencia fechar o lado esquerdo do Barça, parando os jogadores só com faltas, algumas até pesadas. E, principalmente, já se via Messi perfeitamente posicionado atrás de Carrick e a frente da melhor zaga do mundo.

Se procurarem nos posts mais antigos, encontrarão um no qual digo que Pedro é o atacante com maior estrela da atualidade, é fato, não há como discutir, só fazer parte do time que ele faz, já é ter muita estrela. E quando Xavi o viu partindo, com a precisão que só ele tem no mundo deixou o número 17 cara a cara com Van der Sar para abrir o placar no palco sagrado de Wembley.

Pouco depois, mesmo parecendo ainda atônitos pelo gol sofrido, Rooney, que era o único que tentava algo daquele lado, e Giggs, fizeram bela tabela e o Shrek empatou a partida com um golaço. Tolo aquele que por algum átimo pensou que a partida se equilibraria, ou que quem sabe pudéssemos ter uma virada sensacional inglesa.

O panorama da partida foi parecido até o final do primeiro tempo, do jeito que podia o Manchester segurou o empate. O time parecia mal escalado, Fletcher aparentava ser opção melhor para o meio campo; parecia nervoso, Valencia continuava distribuindo botinadas; parecia impotente, Chicharito mal tocava na bola.

Fomos para o intervalo e todos pensamos: Que beleza, que jogo né, que momento. Não tínhamos noção do que estava prestes a aparecer diante de nossos probres olhos.

Os times voltaram inalterados para o segundo tempo, e bastou a bola rolar para que a maior aula de futebol dos últimos 20 anos tivesse início. Claro que esse mesmo Barcelona já teve jogos mais fáceis, óbvio que não foi a maior discrepância de times do período; mas era final da Champions League. O mundo inteiro concorda que estavam em campo o melhor e o segundo melhor time da Terra, e alguns acreditavam que o melhor vestisse branco naquela tarde.

Não durou muito, apenas 8 minutos depois do recomeço da partida, Iniesta, muito bem marcado, rola para Messi, o gênio se livra da marcação e bate com uma curva brutal, a bola quase que lambe a perna de Vidic e pega o gigante Van der Sar no contrapé passando livre para estufar as redes. A comemoração do argentino chamou a atenção. Sempre quieto e contido o craque explodiu em alegria com o gol que fizera, seu primeiro em solo inglês.

Dali em diante parecia profissional contra amador, um volume de jogo que deixavam todos aparvalhados, uma variedade de tabelas, dribles e jogadas que pareciam ter sido guardadas para aquele momento. O Manchester estava derrotado. Nocaute técnico, os jogadores do time inglês pareciam torcer para que acabasse logo, não aguentava mais apanhar.

Quem assistia queria mais, não dava para se cansar daquela beleza. Queríamos que o tempo parasse. Se estivesse no estádio acho que sairia e compraria outra entrada, uma para o jogo, outra para a aula de futebol. Não estou exagerando, e não sou o único que digo, o que o Barcelona faz em campo hoje é único! Nunca ninguém atuou dessa forma, tivemos times geniais, mas nunca jogando desse jeito.

Tão genial quanto o gol de Villa após jogada magistral de Messi, que Busquets (o primeiro volante) preparou como pivô e ajeitou para o centroavante com um tapa de rara precisão achar o ângulo do gol defendido pelo holandês.

Na comemoração, Messi, o melhor da galáxia, se ajoelhou e chorou em campo. Conseguem ter noção disso? Ele é milionário, ele pode ter tudo o que ele quer, e sabem o que ele quer? Jogar bola, mais e melhor a cada instante; quando viu o que eles estavam fazendo, ali em Wembley, chorou. Estava atingido o topo, eles alcançaram o Olimpo. E eles queriam mais, e só não tivemos mais gols por detalhes. Gols não era mais necessários, mas aquelas jogadas que sucederam eram ainda mais plásticas, mais bonitas, como a bola de letra que quase se tornou gol.

Como se não bastasse, faltando 3′ para o fim da UCL 2010/2011 o grande capitão da esquadra, Carles Puyol entrou em campo, aquela frota precisava acabar sua jornada com seu líder a sua frente. Mais uma cena linda se viu, Xavi, livre de qualquer vaidade prontamente tirou a braçadeira de capitão e passou a Puyol, que primeiramente rechaçou-a, livre também de qualquer soberba, mas depois aceitou.

Finda a partida todos boquiabertos celebravam a vitória do futebol. Que coisa linda, comparações das mais coerentes às mais absurdas eram feitas e tudo era alegria. Num gesto interessante os campeões se alinharam e parabenizaram o time perdedor. Ferguson, Sir Alex Ferguson, cumprimentou Guardiola e olhando nos seus olhos sem dizer nada falou: Parabéns, venceu o melhor.

Como todo filme épico, os protagonistas guardam o melhor momento para o final. Os jogadores passavam, recebiam suas medalhas, beijavam a taça (principalmente Daniel Alves) e todos esperavam por Puyol, aquele que levantaria o troféu pela terceira vez. Eis que Puyol chega à tribuna, recebe sua medalha mas não está mais com a braçadeira de capitão e não ergue a taça. Atrás dele surge Abidal, o mesmo que há 10 semanas estava na mesa de cirurgia retirando um tumor de seu fígado. Ele que mal sabia se iria sobreviver. Dois meses depois era titular, jogava os 90 minutos da partida final e levantava o troféu do Campeonato de Clubes mais importante do Mundo. Chorei, não tinha como não. Título do Barcelona, vitória da VIDA!

Você está preparado?

Logo mais teremos o melhor jogo da temporada 2010/2011, Barcelona e Manchester United decidirão a UEFA Champions League. Todo mundo sabe disso, não se fala em outra coisa no mundo do futebol. Como se esse jogo já não fosse grande o suficiente, ele será disputado em Wembley, Londres.

Teremos o confronto do melhor futebol jogado no planeta contra o mais eficiente. Barcelona versus Manchester. Melhor meio campo contra melhor defesa.

Em quem você aposta, Messi, Iniesta e Villa ou Vidic, Ferdinand e Van de Sar? Não que o embate Rooney-Piqué será ruim, ou que o meio campo vermelho não seja também brilhante. Mas é inegável que o grande embate será entre o ataque catalão e a defesa britânica.

Teremos tudo para termos um jogão logo mais na Inglaterra, o Barcelona não deve fugir de suas características, vai tocar a bola e procurar o espaço para o gol. Já o Manchester pode optar por uma escalação mais leve e rápida, ou manter o meio campo com Giggs. Do jeito que a equipe inglesa for para campo será um adversário complicado.

Mesmo sendo uma final igual a de 2009, não diria que é uma revanche, nesse nível de futebol não gostaria de diminuir o confonto em uma simples vingança, ou reafirmação blaugraná. É muito maior, muito maior.

É muito diferente um dia como esse para quem ama o esporte. O dia nasce não como qualquer outro, tudo parece nos levar a pensar no jogo. Não torço para nenhum dos dois times, na verdade o único time fora do Brasil que torço é a Fiorentina, mas é óbvio que uma partida como essa mexe com a gente.

Perguntaram-me várias vezes nessa semana o que eu achava que ia dar, o que eu pensava sobre o jogo. Palpite é sempre complicado de dar, e por isso sempre comecei dizendo: “Ganhe quem ganhar, o Barcelona é o melhor time do mundo”. Temos que antes de mais nada deixar isso muito claro. Mas acho que dará Manchester. Penso que o momento dos Red Devils é supremo e como dito, ele é muito eficiente.

O mais legal para o jogo seria um gol inglês no começo, seria muito divertido vermos essa equipe espanhola precisando fazer gol, precisando buscar um jogo. Imaginem eles tendo que passar por Vidic e Ferdinand.

Durante a semana acho que pensamos de tudo relacionado com a peleja, palpites, quem fará os gols, eu fiz também um time juntando o melhor dos dois:

Van der Sar; Daniel Alves, Ferdinand, Vidic e Evra; Xavi, Iniesta, Giggs e Messi; Villa e Rooney.

Que é isso né, seleção do mundo. Mas é isso meus amigos, nessas horas não tem muito o que falar, vamos desfrutar esse momento mágico. Barcelona preparado, Manchester pronto. E você, está preparado?

 

Premier League, única Liga sem campeão!

Acordei um pouco mais cedo ontem e valeu a pena. Arsenal e Manchester United foi um jogo muito divertido de se assistir, mesmo tendo acabado apenas 1×0 para os Gunners.

Jogo disputado no Emirates, um belo gol de Ramsey e o melhor de tudo, abriu a disputa pelo título.

Agora temos a seguinte pontuação: Man. United 73; Chelsea 70; Arsenal 67; faltando três rodadas. Próxima rodada teremos um confronto com  toda pinta de final, se o Manchester vencer o Chelsea em casa abrirá 6 pontos deste e manterá pelo menos 6 pontos do Arsenal, faltando 2 rodadas, pode comemorar. Empatando e o Arsenal vencendo, faltando duas rodadas os vermelhos terão 3 pontos de vantagem sobre o Chelsea e 4 sobre o Arsenal, ainda favorito, porém com chances de perder. Agora se o Chelsea ganha a partida em Old Trafford ultrapassa o time de Manchester e assume a liderança pelo saldo de gols (hoje eles já estão empatado nesse critério) e mais, se o time vermelho de Londres vencer sua partida fica só a 3 pontos dos dois, dentro da briga também.

Um pouco confuso? Deu para entender, não? Semana que vem temos uma finalíssima, e enquanto Milan já é quase campeão na Itália, Barcelona na Espanha e Porto e Borussia jã são campeões em Portugal e Alemanha; na Inglaterra o campeonato está aberto, e nos pés desses dois jogadores da foto.

Em quem vocês apostam? Rooney ou Drogba? Eu aposto em Rooney, acho que o Manchester vence em casa e é campeão da Premier League, mas tudo pode acontecer no Teatro dos Sonhos.

Metade de Wembley já pode se pintar de Vermelho

Não é sempre, mas dessa vez o que este blogueiro previa se viu em campo. O Schalke se jogou ao ataque no início do jogo pois sabia que sua única chance era uma boa vitória em casa sobre o Manchester. Porém após 20 minutos já se pode ver a superioridade britânica.

Como eu sempre digo, esse time do Manchester United é, assustadoramente, eficiente. É uma máquina extremamente “azeitada” e o primeiro tempo não terminou 3×0 porque o goleiro Neuer fez meia dúzia de milagres. Também não tem muito como descrever não, assistam às defesas que vocês entenderão o que eu quero dizer com milagres.

Veio o segundo tempo e a história não mudou, o United sentiu que podia, e que devia ganhar o jogo em Gelsenkirchen e foi o que aconteceu. Rooney, o homem do jogo, deu uma assistência primorosa e o eterno Ryan Giggs (Meu Deus como joga), deu um tapa na saída do excelente goleiro alemão e abriu o placar. Apenas dois minutos depois, Chicharito Hernández que havia perdido alguns gols deu um passe certeiro e Rooney desta vez servido, fez um belo gol e deu números finais à partida.

Agora o confronto segue para o Teatro dos Sonhos, Old Trafford, e cá entre nós, pode pintar um dos vestiários de vermelho, para mim essa contenda já acabou.

Eterno Mister Giggs, e quem perde é a Copa

Depois de ontem as semi-finais da UEFA Champions League ficaram definidas. Mas na verdade, 3 dos 4 times que ficaram já eram sabidos. Barcelona na terça, Schalke e Madrid ontem só confirmaram o que já havia sido resolvido semana passada. O único confronto que poderia apresentar alguma surpresa, o que este blogueiro também não cria, era Manchester United e Chelsea.

Pensei em duas formas de abordar a confronto, duas coisas para mim foram decisivas. De um lado a presença perfeita, mais uma vez, do excelente meio campista Ryan Giggs, o galês participou dos 3 gols dos Devils no embate, e tal qual vinho, apura sua qualidade com o tempo. Como a Copa do Mundo perdeu ser ter um homem como Giggs em campo… Por outro lado, a insistência infeliz em Torres atrapalhou demais os azuis a acharem o gol adversário, e o golaço de Drogba foi insuficiente para salvar a equipe da eliminação.

Enquanto Ferguson colocou, na minha opinião, o que tinha de melhor com Nani entrando no lugar de Valencia, Ancelotti insistiu no erro grotesco de escalar Torres, que viu seu futebol ruir há pelo menos um ano, e que parece não voltar. Se consertou o erro do jogo de ida trazendo para campo Malouda e Anelka, a opção de tirar Drogba foi infeliz todavia.

Não sei dizer o que aconteceu com o espanhol, mas desde antes da Copa do Mundo de 2010 ele não joga nada, mas nada mesmo, e essa escalação dele parece coisa do dono do time para tentar justificar seu investimento. Bom, então agora alguém avisa que fora da Champions é que Torres não se valorizará. Drogba começou no banco, entrou e fez um belo gol; sinal de que tivesse começado jogando daria Chelsea? Não necessariamente, mas se Torres não tivesse, com certeza eles teriam mais chances.

Mas não foram só os erros do lado de Londres que fizeram o Manchester chegar favorito a semi contra o Schalke. Diante da melhor zaga do mundo, Vidic e Ferdinand, qualquer atacante enfrentaria dificuldades. O Manchester é assustadoramente eficiente, capaz de definir a partida rapidamente sem que o adversário perceba. E com o toque maestral de Giggs, as coisas ficam realmente mais fáceis.

Olho nos Devils, chegam na semi-final, como grandes chances de disputarem uma final contra um dos espanhóis, e venha quem vier não terá vida fácil contra os vermelhos.

Bem perto da Semi

Difícil achar um “nome do jogo” no confronto de ontem entre Chelsea e Manchester United. Poderia ser Ferdinand, que voltando de contusão formou com Vidic uma zaga que para muitos, inclusive eu, é a melhor do mundo. Poderíamos dizer que foi Carrick, dono do meio campo em partida que rememorou seus melhores tempos. Ou quem sabe o eterno Giggs, que além de jogar muito bem, como sempre, deu um excelente passe para o gol solitário da partida. Escolhi Wayne “Shrek” Rooney, autor do gol. No dia que a Coca-Cola anuncia que não patrocina mais o grande jogador, principalmente, devido aos rumores de uma infidelidade matrimonial do astro, ele coloca o seu time muito perto de mais uma semi-final da UEFA Champions League.

O Manchester venceu, depois de 10 partidas, o Chelsea em Stanford Bridge e joga pelo empate no Old Trafford, ou seja, só um feito histórico para retirá-lo da próxima fase da competição.

O time entrou sabendo o que tinha que fazer, e executou certinho as ordens de Sir Alex Ferguson. Contando ainda com a ajuda da arbitragem, que não deu um pênalti claro em Ramires no final da partida, os Devils não só fizeram um gol fora de casa, como era seu objetivo, como venceram a partida.

Mas se a partida teve um personagem, ele foi negativo e foi o técnico do time londrino, Carlo Ancelotti. O italiano tem um currículo invejável, conquistou tudo com o Milan, foi mal do início ao fim da partida na tarde de ontem. Já não sou fã do seu estilo modorrento de armar as equipes, mas deixar Anelka de fora do jogo de ontem beirou o absurdo.

Se Ancelotti não quis arriscar e escalar o time com Anelka e Drogba mais abertos e Torres na referência, que não escalasse o espanhol que está em péssima fase, e deixasse o artilheiro da equipe na competição jogar. Além disso, não entendo a insistência em Zhirkov, nunca mostrou nada para mim.

Não deu outra, durante todo o primeiro tempo o Chelsea foi incapaz de produzir nada, pois além das atuações pífias de Zhirkov e Torres, Lampard e Ramires não jogavam nem perto do que sabem. Veio o intervalo, e Ancelotti, já com a equipe perdendo o jogo, não mexeu.

Minhas substituições seriam a entrada de Malouda e Anelka, no lugar dos dois que eu já citei, na verdade seria minha escalação inicial, mas enfim, ao menos mexeria no intervalo para consertar isso. Não apenas não fez essas substituições, como quando trocou, sacou Drogba, o único que fazia alguma coisa do meio para frente. Inexplicável!

No final da partida, no auge da necessidade de fazer um gol, o treinador colocou Obi Mikel e sacou o lateral direito Bosingwa, óbvio que não ia dar em nada. Como não deu.

Comprovou-se mais uma vez a tese, técnico não ganha jogo, mas perde. E assim o Manchester chega inteiro para decidir a parada em casa e pegar o Schalke na semi-final.

 

Tá chegando a hora, e Wembley os espera

O melhor campeonato de futebol do mundo está chegando no seu momento decisivo, e hoje foram sorteadas as chaves das quartas-de-final em diante da UEFA Champions League. De maneira objetiva colocarei meus palpites e uma rápida justificativa:

Real Madrid x Tottenham – Não gostei desse confronto, queria que o Tottenham fosse mais longe, e que para isso não precisasse tirar o Madrid do páreo. Mas se a bolinha assim quis, paciência. Acho que dá Real, o time é melhor, e Mourinho é Mourinho, porém não acho que será fácil não.

Barcelona x Shakhtar Donetsk – O time ucraniano fez bonito, tem jogado um futebol interessante, mas seria apostar muito na zebra achar que o todo poderoso Barcelona irá perder nessa fase. Não sei se será uma moleza, até porque a vaga será decidida em Donetsk, mas esse time catalão tem jogado tudo em todos os lugares.

Internazionale x Schalke 04 – Em condições normais já apostaria na atual campeã, com a vitória heroica em cima do Bayern, e com a demissão de Magath, penso que os italianos avançam para a semi. E vão ganhando força atrás do bi.

Chelsea x Manchester United – Confronto inglês sem muito favoritismo, mas o momento atual e a tradição dos Devils me fazem crer que eles passam pelos azuis.

Teríamos então duas semi-finais sensacionais com Real Madrid x Barça e Inter x Manchester United, olha, se eu acertar só digo uma coisa, quem viver, verá.

 

 

 


Dois Toques

Lugar que um doido por esporte, principalmente futebol criou para escrever, ler, debater sobre tudo que seja relacionado ao esporte Bretão.

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