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Marcelo e mais dez!

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É exagero eu sei, mas quem sabe de uma vez por todas o Mano se convence de que o cara é titular da seleção brasileira.

Vou falar só do jogo do Brasil, muitos me perguntaram o que eu achei de o Mano levar Dedé, Jeferson, Ralf, Oscar e os outros que são de times brasileiros e brigam por algo, mas isso eu acho que é um assunto para outro post.

Não, se você pensou, agora ele vai ter que elogiar a seleçã e o Mano, não será dessa vez. Houve melhora, isso é claro e o resultado mostra isso, mas o time ontem não fez um bom jogo, principalmente no primeiro tempo.

Acho que devemos comemorar a atuação do Jeferson, que repito, não é meu goleiro, mas foi decisivo no jogo de ontem, mais pela defesa na cabeçada do Chicharito do que no pênalti. Há que se celebrar a atuação do Hulk, que mesmo fora de posição, jogou muito bem, assim como Neymar (como sempre). Ronaldinho não foi mal, mas espero mais dele. E claro, Marcelo, além do golaço dominou aquela faixa do campo.

Não gostei do Daniel Alves, mais uma vez, e não pelo pênalti, que sinceramente eu não daria, mas vinha jogando mal e a expulsão foi ridícula. Estou me coçando, e farei a pergunta, assim como Hernanes, Dani Alves tomará uma geladeira da Seleção? Hmmm, acho que não hein?!?

E falando em Hernanes, o Mano não curte o cara mesmo né. Colocar ele 10 segundos antes de acabar o jogo é, como diria meu professor de Direito Previdenciário, “uma bruta duma sacanagem”. Tadinho do cara, alongo, aqueceu, entrou em campo e piiiiiiiiiiiiii, acabou o jogo.

Concluindo, houve evolução, o time melhorou, mas ainda está muito longe de algo bom.

Com tempo para treinar, podendo armar o time do jeito que eu gostaria, meu time seria muito ofensivo, marcaria lá em cima e faria os outros correrem para nos marcar. Seria assim a escalação: Fábio; Maicon, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Hernanes, Anderson; Hulk, Ganso e Neymar; na frente Pato.

Com Maicon o time pode ter uma variação tática, mudando para três zagueiros com Marcelo e Hulk jogando como alas bem abertos e marcando lá em cima, enfim, acho que daria muito certo.

Como eu disse, esse time para encaixar precisa de tempo, pouca gente marcando então todos teriam que fechar muito bem os espaços, mas cá entre nós, quem teria que temer seriam os adversários. Lembra quando o Brasil era temido? Faz tempo, mas já foi assim.

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Enfadonho

A Seleção Brasileira hoje está enfadonha em seu futebol. Há algum tempo envolto em uma crise institucional, vivendo de mandos e desmandos, finalmente o mal chegou ao futebol. Agora além de tudo é chato ver a seleção jogar.

O time é fraco, aguentem isso, mal convocado, mal escalado, e pior, mal jogado. A culpa é em grande parte do Mano, mas não é só dele não. Neymar tentar uma ou outra vez fazer algo de bom, o resto é de uma burocracia no pior sentido da palavra. Thiago Silva e David Luiz, dois zagueiros dos melhores do mundo, literalmente bateram cabeça ontem. Só para dar um exemplo de que as coisas estão mal em todos os pontos.

A única coisa que eu gostaria de dizer de bom foi Hernanes entrando numa posição que eu acho que é a dele na seleção. A sua participação foi discreta, mas só Mano ter colocado ele lá já foi um bom começo. De resto, nada a acrescentar. Lamento também a contusão de Fábio, mas eu o convocaria para a lateral esquerda. Agora que nos livramos do pereba do André Santos o Mano vai forçar o outro pereba Adriano. Aí força a amizade…

Para vocês terem noção de quão enfadonho estava o jogo ontem, eu mudei de canal no segundo tempo e vi mais o episódio velho do House do que o jogo. Foi muito mais divertido ver o sarcasmo inteligente de Hugh Laurie ao ufanismo inaceitável de Galvão ou a “pseudointelectualidade” de Paulo César Vasconcellos.

O que mais lamento é que esse momento de total separação da seleção da CBF, como bem diz Mauro Cezar Pereira, com a sua torcida, vem justamente às vésperas da Copa do Mundo de 2014. De minha parte a Espanha pode ser bi. Não consigo torcer para esse treinador, para esses jogadores, e definitivamente, não dá para suportar a cara desse Ricardo Teixeira.

Em suma, meus amigos, é isso. Jogo chato, vitória de 1×0 sobre a Costa Rica, e querem um conselho meu, vejam House…

O dia que um Argentino me Emocionou!

Fiquem tranquilos, não foram os três gols do excelente Agüero que me emocionaram nesse dia 10 de setembro.

Rubén Magnano, esse é o nome do homem que fez desse sábado frio um dia muito importante para o esporte nacional. Não sou muito fã do Basquete, mas estavam engasgadas na garganta de todo brasileiro que gosta de esporte essas 3 Olímpiadas de fora, e a possibilidade de ficar de fora da 4ª seguida.

Quando foi escolhido para ser técnico da seleção Brasileira de basquete, Magnano não devia ter noção da roubada em que tinha se metido. Primeiro a resistência boba, burra e pseudopatriótica dos profissionais do basquete brasileiro que diziam que não precisávamos de um técnico estrangeiro. Depois, ele, campeão Olímpico, consagrado e ídolo em seu país, veio morar aqui e enfrentar uma batalha que envolvia muito mais do que as 4 linhas da quadra de basquete. Nosso esporte carecia de autoestima, de autoconfiança, e a pressão para classificar para as Olímpiadas de Londres era do tamanho de Shaquille O’Neal.

Na primeira entrevista que deu como nosso treinador ele já me “ganhou”, falou que estava se mudando para o Brasil e que já tinha contratado professor particular de português. Ali já provava que queria, e faria de tudo para dar certo nessa empreitada.

Porém, esses dois problemas que citei não foram os únicos. Além de um time sem autoestima, nossos “melhores” jogadores, aqueles que atuam na NBA relutam em jogar pela seleção. Uns com explicação, outros com desculpas que não enganam ninguém, mas o que interessa, é que motivadas ou não, eram ausências sentidas.

Vamos direto ao Pré-Olímpico, duas partidas mal jogadas, porém duas vitórias até encontrarmos a República Dominicana e perdermos. Jogamos mal, o time estava nervoso, já estávamos classificados, de novo aquela chuva de desculpas e desconfianças.

Só poderíamos perder 1 do jogo na fase de quartas-de-final para fugir da Argentina na semi. Ganhamos de Venezuela e Panamá facilmente, como não poderia ser diferente. E chegou o dia 7/9 e a toda poderosa Argentina, seleção da década de acordo com a FIBA. Em Mar del Plata, tudo bom, poderíamos perder mesmo um jogo, o negócio era não ser humilhante, como havia sido há exatamente um ano, pois no outro dia enfrentaríamos Porto Rico, e esse jogo sim, não poderíamos perder.

Um jogo emblemático, histórico e emocionante. Uma vitória inesperada e impensada. Ganhamos deles, ganhamos lá deles! Um pivô de sobrenome cheio de consoantes e que quase ninguém fora do meio do basquete conhecia parou ninguém menos que Scola. E cá entre nós, 73 a 71 foi lucro para eles, era para ter sido mais.

Sensação estranha aquela de quinta-feira. Queríamos comemorar, vontade de sair batendo no peito e dizer, “é nóis no basquete mano”, mas não tínhamos ganho nada. Quase escrevi um post após o jogo, tomado pela emoção legal da vitória. Mas me contive, o pensamento era simples “Que adianta ganharmos hoje e perdermos sábado?” Fiz bem…

Quinta entramos em quadra podendo escolher o adversário, Porto Rico que estávamos enfrentando, ou República Dominicana de quem tínhamos perdido na semana anterior. Mas nosso técnico não era o Bernardinho, não escolhemos adversário, escolhemos vencer. Que bom! Brasil saiu, quem diria, em primeiro e hoje enfrentaria a República Dominicana.

Que jogo difícil, que time forte e excelente embaixo do garrafão. Mas antes do jogo, os dominicanos fizeram algo que nunca vi dar certo. Encheram o vestiário de bandeirinhas e champagne…querido, ganha o jogo e depois comemora…

O jogo sempre esteve ali, empatado, 2 ou 3 pontos para nós, 1 para eles, mas o Brasil não fazia uma grande partida.

Eis que um jogador a quem já critiquei muito aqui pelo seu caráter, e que cujas críticas não retiro, jogou muito. Marcelinho Machado colocou de três as bolas que precisavam entrar, só de fora da linha foram 15 pontos.

Seria injusto, no entanto, depositar esse feito histórico em um jogador. Huertas fez um Campeonato sensacional, Splitter pegou um rebote decisivo hoje, além de ter jogado muito bem quinta, enfim, o maior mérito do treinador é justamente este, hoje não dependemos de um jogador, somos uma seleção, um time.

Não foi fácil, tivemos dois jogadores eliminados por faltas, mas a classificação veio, emocionante, difícil como se esperava que fosse. A emoção fluiu em todos durante toda a partida e explodiu no seu final.

Quando digo todos, quero dizer todos, todos jogadores, todos da comissão técnica, todos os que acompanharam agoniados pela televisão esse momento. Uma pessoa em especial se emocionou e emocionou a todos, Wlamir Marques, o maior jogador de basquete que esse país já produziu, bicampeão mundial, comentarista de primeira linha, não conseguia falar. Esse senhor vive e viveu o basquete sua vida inteira, e fez uma declaração digna de se guardar, humilde, impressionante.

Se eu não quis apontar nenhum jogador pelo feito, coloco todo o crédito desta classificação no técnico. Sim, ele tinha razão quando dizia que transformaria nosso jogadores em um time, ele tinha razão quando assumiu o que eu acima descrevi como uma grande roubada. Ele mostrou que eu estava enganado, roubada era fugir dessa desafio, e deixar de colher os frutos que hoje ele colhe.

Magnano que foi reiteradamente ovacionado nos ginásios argentinos pelos seus conterrâneos, Que souberam mostrar gratidão ao técnico que tantas alegrias deu ao esporte daquele país. Magnano que chorava sempre que ovacionado mas que ficou feliz como poucos com a vitória sobre a seleção argentina.

Magnano fez com que muitos brasileiros, e eu me incluo, se identifique mais com essa seleção de basquete do que com a da CBF. Não digo todos, mas quem realmente curte esporte, se emocionou mais com a Copa América de basquete do que futebol, tenho certeza.

Eu chorei, mas até aí não é novidade, convenhamos…

Junto com a classificação vieram perguntas já esperadas, e agora? E Nenê? E Leandrinho? E Varejão? Sabem o que eu acho? Deixem o homem decidir.

Rubén Magnano mostrou para quem quisesse ver que sabe o que faz; que entende de basquete dentro e fora das quatro linhas, tenho absoluta certeza que ele tomará a decisão certa. Alguém duvida? Muita gente duvidou dessa classificação, preciso continuar???

Dando a cara para bater

Após minha análise da última convocação do Mano Menezes alguns leitores me questionaram, queriam saber qual a minha seleção.

Então sem mais delongas coloco aqui, preparado para as críticas:

Goleiros:

Fábio – Cruzeiro (titular)

Vitor – Grêmio

Laterais-direito:

Maicon – Internazionale de Milano (titular)

Daniel Alves – Barcelona

Laterais-esquerdo:

Marcelo – Real Madrid (titular)

Fábio – Manchester United

Zagueiros:

David Luis – Chelsea (titular)

Thiago Silva – Milan (titular)

Dedé – Vasco

Lúcio – Internazionale de Milano

Meio-campistas:

Lucas Leiva – Liverpool (titular)

Ramires – Chelsea (titular)

Hernanes – Lazio (titular e capitão)

PH Ganso – Santos (titular)

Anderson – Manchester United

Arouca – Santos

Lucas – São Paulo ou Jádson – Shaktar Donetsk *

Atacantes:

Neymar – Santos (titular)

Pato – Milan (titular)

Hulk – Porto

Robinho – Milan

Nilmar – Villareal

* Com certeza a convocação de Jádson merece explicação. Nunca concordei com a convocação dele, mas nos dois jogos que ele jogou com a Amarelinha foi o melhor em campo. Falta isso ao time da CBF, faltam jogadores que se sintam à vontade com essa camisa.

Então antes de me criticarem por essa convocação tenham a certeza que eu fui o que um dos que menos entendi quando Mano o chamou, mas tenho que reconhecer que ele desempenhou.

O resto, sinceramente não consigo ter dúvidas, mas fica aí para quem quiser dar seu pitaco.

Ps: Para quem não sabe o homem da foto é Victorio Pozzo, o único treinador bicampeão da Copa do Mundo, era o técnico italiano em 1934 e 1938.

Por que Elano?

Texto originalmente publicado no sítio: http://www.emcimadalinha.com.br

Quem pode acompanhar o nosso programa domingo percebeu meu “carinho” para com o jogador Elano. Seria muito pertinente, e eu diria até oportunista, depois do jogo de ontem falar: “Eu avisei que ele não joga nada, olha lá o que ele fez”.

Mas não farei! Acho que mais importante que criticá-lo, é tentar expor os motivos que fazem eu tomá-lo como exemplo. Pois claro que deposito, mesmo que de brincadeira, em Elano, parte de minhas frustrações com o futebol brasileiro atual. E ontem, mais que perder um pênalti de forma bisonha, mais que prejudicar o time dele num jogo fantástico, com 9 gols, ele mostrou que mais culpado que ele é quem o colocou “lá”.

Explico melhor, Elano é pereba? Não, não é mesmo. Elano é craque? Elano pode ser um desfalque fundamental em quartas-de-final de Copa do Mundo? Acho que ficou clara a diferença não é mesmo?

Como em tudo no Brasil, no futebol estamos nos acostumando com o “ah tá ruim mas tá bom”. Sim, é um problema socio-cultural que assola a sociedade brasileira. Aceitamos a mediocridade. Sim, nos damos bem com ela, “nos viramos”. Sempre foi assim, mas não no futebol.

Tínhamos orgulho porque no futebol éramos superiores, na “nossa” seleção só jogavam craques. Isso mudou.

Ah não tem mais bobo no futebol? Besteira…vi Peru e Venezuela, ambos times melhoraram, mas ainda são muito inocentes, marcação em linha, espaços gigantes no meio campo. Enfim, pioramos muito mais que nossos adversários melhoraram.

Não sejamos tão profundos, não estou criticando o trabalho de Mano, tampouco estou levando em consideração o resultado da Copa América. O que falo é mais amplo e simples. Pioramos. Simples assim.

É o fim do mundo? Não, acontece, podemos melhorar em breve, podemos ser campeões mundiais com esse time. Então qual o problema?

O problema é alguns “formadores de opinião” e por consequência grande parcela dos torcedores, quererem enfiar na minha cabeça que o Elano é craque, que Felipe Melo não passa de um volante grosso.

Mauro Silva, infinitamente melhor que esses dois era considerado grosso naquela seleção de 94 que todos dizemos que era ruim.

Ficou mais claro agora? Se na seleção que todos criticam, o jogador considerado “solidário”, esforçado, era infinitamente melhor que esses, não tentem me dizer que eles são de alto nível.

Minha crítica não vai ao Elano diretamente, meu problema é com quem falou para ele que ele era tudo isso. Não suporto quem quer me convencer que ganhamos a hora que queremos. Faz tempo que não é assim. Ou andamos querendo de menos…

Perdemos a Copa América, principalmente, para nosso despreparo emocional e nossa soberba. No fundo, Elano, André Santos sabem que são fracos para serem da seleção, e isso pesou na hora da decisão. Os erros nos pênaltis denotam que eles não sabiam enfrentar aquele momento.

E a culpa é só dele? Não, quem os colocou lá tem parte muito maior.

Por fim, não quero transformar o Elano num novo Dunga, no sentido Era Dunga, não seria cruel a tal ponto.

Agora passado um ano não consigo ouvir quando falam, “Ah se o Elano tivesse contra a Holanda a história seria diferente”.

Meus caros, se Elano faz diferença numa SELEÇÃO, ela tem problemas muito maiores do que imagina.

Será possível?

Está cada vez mais difícil confiar na seleção. Não que os jogadores sejam ruins, uns até são fracos demais, mas não por isso.

O que me incomoda é que os jogadores mais controvertidos das listas, tanto as anteriores como a de hoje, são do mesmo empresário, que coincidentemente [?] é o empresário do técnico da seleção brasileira.

Não quero ser leviano, mas fica complicado, confesso que bem complicado justificar algumas convocações.

André Santos permanece lá, Jonas o “pior atacante do mundo” e outros que não têm as mínimas condições de vestirem a camisa da seleção também são chamados.

E renovação? Os jogadores citados acima não demonstram que não há vontade nenhuma de renovar, confesso que quanto mais eu penso sobre o tema, menos explicações futebolísticas eu encontro.

Vamos à lista:

GOLEIROS
Julio César (Inter de Milão) – Sobre ele acho que já disse tudo semana passada, não tem preparo emocional para o posto.
Victor (Grêmio) – Espero que seja titular em breve, disputando posição com Fábio.

LATERAIS
Maicon (Inter de Milão) – Melhor do mundo.
Daniel Alves (Barcelona) – Fica aí no banco e aprende a ter postura.
André Santos (Fenerbahçe) – Não vou comentar mais nada!

ZAGUEIROS
Lúcio (Inter de Milão) – Acho que merece um banquinho, mas é uma lenda.
Thiago Silva (Milan) – Monstro! Joga muito, não tem o que dizer.
David Luiz (Chelsea) – Merecendo uma chance de titular.
Dedé (Vasco) – Vem fazendo jus a uma oportunidade, jovem e muito talentoso.
MEIO-CAMPISTAS
Lucas Leiva (Liverpool) – Para mim um dos que se salvou da Copa América.
Ramires (Chelsea) – Se jogar na sua posição pode render muito, onde está jogando, difícil.
Elias (Atlético de Madri) – Reserva do reserva do Atlético de Madrid, precisa dizer mais?
Ralf (Corinthians) – Bom, muito bom, mas seleção? E qual o empresário dele?
Luiz Gustavo (Bayern de Munique) – Não o conheço, seria leviano dizer algo.
Paulo Henrique Ganso (Santos) – Pode render mais, mas é o nosso camisa 10.
Renato Augusto (Bayer Leverkusen) – Sério? A primeira convocação entendi, mas não rendeu nada e ainda deu uma decaída na Alemanha.
Lucas (São Paulo) – Pode jogar muito mais, mas eu convocaria também.
Fernandinho (Shakthar Donetsk) – Faz tempo que não acompanho, mas não convocaria não.

ATACANTES
Alexandre Pato (Milan) – Meu camisa 9.
Fred (Fluminense) – Tem futebol, mas não confio.
Neymar (Santos) – Craque.
Robinho (Milan) – Quem sabe uma hora vai, mostrou personalidade.
Jonas (Valencia)  – Renovação? Craque? Não dá, não dá…como ele temos uns 15 só no Brasil, mais jovens, com mais poder de finalização e mais estrela.

Agora é ver se conseguimos ganhar a primeira de uma seleção decente, eu já adianto que acho puxado, bem puxado.

Para não dizer que eu só critico, finalmente Elano não foi convocado. Há uma luz no fim do túnel, será que nos livramos dele?

Mais do mesmo

Brasil está fora. Surpresa? Depende.

Bom lembrar que na última Copa a campanha paraguaia mesmo que muito semelhante, acabou sendo melhor que a nossa. Perderam nas quartas, mas fizeram um jogaço contra os campeões mundiais.

Tirando isso, lamentável o que se viu ontem. Mesmo que sendo a melhor atuação da seleção na Copa América, desprezível o comportamento do treinador e de alguns jogadores da seleção.

Você que lê o blog sabe, e se você não tem o hábito mas tem um tempinho agora, dá uma lida nos textos que fiz sobre a seleção. Não precisa olhar tudo, vai ali no canto e clica em seleção brasileira.

Olha o que escrevo sobre André Santos, Elano e Fred. Mediocridade. É a palavra que define esses jogadores, os dois primeiros pelo futebol, o último pelo comportamento.

Fred é talentoso mas é medíocre. Na prorrogação recebe uma bola dentro da área e não mata, tenta uma bicicleta. Sem comentários.

Mas deposito a culpa da derrota em Mano. E tenho a consciência muito tranquila de não parecer aproveitador, pois tudo que eu falei, todas as minhas críticas anteriores à derrota foram vistas ontem.

Sinceramente, nem tem mais o que falar. É isso aí que vimos, um time sem liderança, sem futebol, sem padrão, sem jogada ensaiada.

Sem vitória!

Enquanto tivermos um técnico assim. Enquanto alimentarmos a esperança em jogadores medíocres, não há que se pensar em títulos.

Talvez eu ache que temos talento demais, talvez nossa seleção tenha um nível médio como o futebol paraguaio, talvez na verdade Mano tenha tirado o máximo dos jogadores que levou e levou os melhores que tinha.

Mas confesso que não é o que penso. Seria muito hipócrita vir aqui e dizer, Valeu! Vocês tentaram, suaram a camisa e fizeram tudo que estava ao seu alcance!

Pois não é o que penso.

Para finalizar, um momento diz tudo sobre o que eu acho dessa seleção: Segundo tempo da prorrogação, Brasil tentando pressionar, precisando do gol e o treinador tira Pato, o centroavante e coloca Elano! Pensem bem nisso!


Dois Toques

Lugar que um doido por esporte, principalmente futebol criou para escrever, ler, debater sobre tudo que seja relacionado ao esporte Bretão.

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